O portal web da Rádio Vaticano relata em um texto de 21 de julho de 2007, que o Papa Bento XVI, em Lorenzago di Cadore onde permaneceu até 27 de julho, esteve uma hora em oração em frente a uma imagem de Nossa Senhora de Medjugorje. A Radio Vaticano disse que foi um momento penetrante. O papa foi para a pequena capela na floresta e rezou em frente à imagem.
Uma história interessante é ligada a esta imagem: ela foi comprada na década de 80 e foi roubada. Após algum tempo, o ladrão a trouxe de volta para a pequena capela. O Papa Bento XVI rezou o rosário e lá permaneceu por uma hora", disse o jornalista da Rádio Vaticano.
Em 1986 Monsenhor Pavao Zanic apresentou ao então Cardeal Ratzinger um relatório negativo sobre as aparições de Medjugorje. O Cardeal Ratzinger afastou Dom Zanic do caso e passou a investigação para uma nova comissão formada pela Conferência Episcopal da Iugoslávia com Monsenhor Komarica (de Banja Luka) a frente de tal Comissão. A Comissão acompanhou a evolução dos acontecimentos e não concluiu a sua investigação ainda.
Em abril de 1991 a Comissão aceitou oficialmente Medjugorje como um lugar de oração e de adoração. E deu a autorização para peregrinações particulares.
Com a dissolução da Federação Iugoslava a Santa Sé definiu como a autoridade atual para investigar os acontecimentos de Medjugorje a Conferência Episcopal da Bósnia-Herzegovina
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