Beato Papa Joćo Paulo II - Um Papa entusiasmado por Medjugorje!

 

- No Vaticano o Papa João Paulo II era conhecido como o "Protetor de Medjugorje". Na realidade tratava-se de uma proteção mútua. De acordo com o testemunho dos videntes, em 13 de maio de 1982, no aniversário das aparições de Fátima e um ano após a tentativa de assasinato do Papa, Nossa Senhora disse: "Seus inimigos tentaram matá-lo, mas eu o protegi". E João Paulo II afirmou que não morreu porque Nossa Senhora de Fátima o salvou: “Uma mão puxou o gatilho, outra guiou a bala”. Por isso ele foi a Fàtima em 13 de maio agradecer à Virgem Santíssima um ano após o atentado.
 
- Numa ocasião ele disse : "O mundo de hoje perdeu o sentido do sobrenatural, mas muitos o estão procurando e o estão encontrando em Medjugorje, por meio da oração, da penitência e do jejum."
 
- Dom Angelo Kim, Presidente da Conferência Episcopal Coreana, em 1990 escreveu sobre seu encontro com João Paulo II no jornal nacional da Coreia (edição semanal), Catholic News. Ele relatou que antes da conclusão do Sínodo dos Bispos em Roma, os bispos coreanos foram convidados para um almoço com João Paulo II. Mons. Kim dirigiu-se ao Papa diretamente e disse: "Graças ao Santo Padre a Polónia pôde se libertar do comunismo." Ao que João Paulo II respondeu: "Não, este não é meu mérito. Este é o trabalho da Bem-Aventurada Virgem Maria, como ela havia predito em Fátima e em Medjugorje."
 

Palavras de Mirjana sobre seu encontro com João Paulo II: " Eu pessoalmente tive uma grande honra de ter podido falar com o papa João Paulo II. Aquilo foi lindo. Eu estava na Basílica de São Pedro em Roma junto com todos os outros peregrinos. Como o Papa estava passando ele estava abençoando a todos. Ele me abençôou e seguiu em frente. E então o padre italiano com quem eu estava disse:" Santo Padre esta é Mirjana de Medjugorje" Ele voltou me abençoou novamente e foi. E eu disse ao padre: "Padre, você viu, ele pensa que eu preciso um bênção dupla" (risos). Entretanto, à tarde nós recebemos um convite para na manhã seguinte ir a Castelgandolfo, perto de Roma, para conversarmos com o Santo Padre. Eu não preciso lhes dizer que eu não dormi a noite inteira (sorrisos). No dia seguinte quando eu cheguei no lugar ele viu que eu estava muito ansiosa. Nós ficamos a sós e então ele começou a falar comigo em polonês. Ele pensou que eu poderia entendê-lo por que ambas são linguas eslavas. Ele queria me fazer sentir confortável. Entretanto eu estava chorando e nem conseguia respirar para dizer uma única palavra. Então quando finalmente eu pude dizer uma palavra, eu falei: "Santo Padre, poderíamos tentar em italiano?" (risos). Então nós conversamos e entre outras coisas ele me disse: "Se eu não fosse Papa, eu já estaria em Medjugorje há muito tempo. Eu sei tudo, eu tenho acompanhado tudo. Peça aos peregrinos para rezarem em minhas intenções. E cuidem bem de Medjugorje por que Medjugorje é a esperança para o mundo inteiro!"
 
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